domingo, 16 de abril de 2017

Poker: a maneira mais divertida de perder dinheiro

  Falido eu já estou, então colocar uns trocados no pokerstars pra jogar umas partidas vale pela diversão. Inventei de jogar os heads up, e estava pensando: se o cara conseguir ser lucrativo nessa modalidade, pode largar o emprego e virar profissional (não que eu faria isso).
  Tem dois entraves pra eu me tornar lucrativo: 
  1.  a sorte não ajuda, tipo, parece que eu tenho muito azar (eu até tenho momentos de sorte mas depois vem o azar destruir tudo).
  2.    Os caras que jogam heads up devem ser profissionais e ficam só na tocaia esperando algum fish (eu) ir jogar com eles e ser engolido pelos tubarões, fato constatado ao ver que a maioria deles não permite as pessoas visualizarem seu perfil de jogador no sharkScope.
  Minhas estatísticas foram muito ruins (não tanto assim), tipo, joguei 38 hu, ganhei 14 e perdi 24, sendo que 4 desses 24 eu não contabilizo na minha cabeça pois joguei sem atenção. Enfim, para eu ser lucrativo deveria ser o contrário, mas eu ainda não desisti (minha mãe me chama de teimoso mas já que eu tenho a fama, de vez em quando não custa deixar de ser).
  Essa experiência que eu tive foi só pra ter uma noção de como é a coisa, e a conclusão que cheguei é que eu sempre ganho um bom $$$ mas em seguida invariavelmente eu perco tudo, sempre. Mas estou disposto a aprender e melhorar meu jogo, e parar de ir all in quando tem um draw perigoso na mesa (prometi pra mim mesmo que vou parar com isso).
  Quando tiver um dinheiro sobrando vou separar uma quantia pra fazer meu bankroll, vou aprender mais as técnicas do pôquer, analisar meus adversários e ir à luta. Fazendo uma conta rápida, se eu conseguisse lucrar 60 dólares/dia eu poderia largar o emprego (brincadeira, nunca eu iria fazer isso, até porque algumas pessoas me matariam se eu cogitasse uma coisa dessas mesmo de brincadeira).
  No final dessa jornada eu saberei se vai dar certo ou não, provavelmente eu terei perdido tudo pros profissionais do pôquer, mas mesmo assim terei um sorriso na cara de satisfação por ter tentado e principalmente ter me divertido pra valer.

PS: Eu andei tão puto com a vida por tanto tempo que estou investindo pesadamente na minha diversão e bem estar, o pôquer faz parte da diversão e é um degrau para eu deixar o abismo que entrei para trás. Cada pequena coisa que melhora minha satisfação conta, pois como diz a música:"tem muita gente maluca me aborrecendo enchendo meu saco. O que não falta é tatu pra me levar pro buraco."

domingo, 19 de março de 2017

O peso das obrigações e viva a liberdade

  Até alguns anos atrás eu sentia o peso das obrigações como um fardo, tinha que acordar cedo, estudar, trabalhar, me relacionar... não tinha como fugir disso, a vida era isso e eu tinha que me adaptar a isso (detalhe, nunca me adaptei, sempre fui um peixe fora d'água).
  Tipo, eu acabava me esforçando pra cumprir as metas e obrigações, muitas vezes mecanicamente só pra cumprir a tabela mas te-la completa e se alguma coisa ficava incompleta parecia que o mundo ia desabar na minha cabeça.
  Só que de uns anos pra cá eu mudei essa história, briguei com as pessoas e mudei minha visão de mundo. Ao ver que as pessoas são muitas vezes mal intencionadas e frequentemente me colocam em situações difíceis propositadamente, eu cansei disso e dei um basta. Não sou mais refém da situação, agora eu que mando na minha vida.
  Estava decidindo se saía da faculdade, mas acho que vou só trancar a matrícula para estudar para os concursos que estão por vir e esparecer a cabeça, pois estou muito cansado.

terça-feira, 14 de março de 2017

Decisão para o bem

  Vou sair da faculdade. Estava pensando, agora não me sobra tempo pra nada, nem pros meus projetos pessoais nem para estudar para concurso e eu queria muito estudar para os concursos que estão para sair. Também não  estou contente na faculdade, resolvi que vou trancar a matrícula.
  Quero estudar para o concurso do MPU e da câmara dos deputados mas com a faculdade não seria possível.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Insistindo nos concursos e tentando viver

  Já tive várias etapas no meu modo de encarar os concursos. É claro que comecei por baixo e agora estou tentando conquistar algo maior. Primeiro tentei alguns concursos municipais com remuneração baixa, e consegui lindamente passar e ser nomeado. Aqui vale ressaltar, não me esforcei tanto no momento do concurso, mas guardava muita coisa de épocas atrás que eu havia ESTUDADO MUITO. Creio que nesse nível de concurso a grande maioria das pessoas mal sabem escrever o nome e se você tiver o básico das matérias básicas (matemática e português) você está apto a brigar por uma vaga. Ter estudado matemática exaustivamente em uma época da minha vida foi decisivo para mim, coisas como regra de três, análise combinatória e um pouco de geometria garantiram a minha vaga em diversos concursos desse nível.
  Ainda nessa época fiz o concurso de onde estou trabalhando agora, de nível técnico mas ainda municipal. A análise combinatória e a geometria novamente me deram a vaga, e claro, ter estudado eletrônica exaustivamente na época da escola foi decisivo.
  Na época da escola eu estava passando por uma grande insegurança, tinha medo de não ter aprendido o suficiente para começar a trabalhar. Então eu sempre ia na biblioteca ler livros e revistas de eletrônica, como dizem, há males que vêm para o bem. Minha insegurança fez eu ir bem em todas as provas que tive que fazer na seleção das empresas onde trabalhei e nos concursos que fiz. Eu tinha uma insegurança enorme e tentava compensar estudando, o que pra mim foi positivo depois de alguns anos. Ainda hoje vejo que existem algumas lacunas no meu aprendizado (ninguém sabe tudo) que deveriam ser preenchidas com mais estudo, não tenho o mesmo pique de antes, mas o básico está sedimentado.
  A verdade é que na época em que eu comecei a prestar concursos eu ainda era muito inseguro, não tinha noção que poderia passar. Eu  pensava: vou fazer o meu melhor mas como tem muita gente eu não vou passar. Aí fiz meu primeiro concurso (ainda que para um cargo fraco) e passei, fiz meu segundo e passei, fiz meu terceiro e passei. Depois disso a coisa se inverteu: toda vez que iria fazer um concurso achava que tinha obrigação de ficar nas vagas. Mas ainda não havia tentado um concurso top, até que tentei e vi que concurso municipal é uma coisa, concurso federal é outra totalmente diferente.
  Minha evolução está sendo a seguinte: O primeiro passo foi dado que foi ter estudado bastante a algumas décadas atrás, o que já me possibilitou passar em algumas provas de cargos fracos e o que estou agora que considero intermediário entre os fracos e os que começam a ser bons.
  Em 2012 resolvi que queria passar em um concurso de nível federal nem que fosse pra fazer pra uma outra área que não fosse a minha, resolvi atacar os que só exigem nível médio, osde maioria técnico administrativo. Logo que resolvi fazer isso surgiu o concurso da CVM. Como ainda era meio burro pros estudos fora da minha área, comprei uma apostila de banca de jornal e estudei por ela. Não teve outra: fui desclassificado. Aí depois desse tombo resolvi estudar seriamente, mas eu nem tinha noção das matérias que caíam. Nem sabia o que era direito constitucional, pra falar a verdade nem sabia que existia uma constituição. Também nunca tinha ouvido falar de direito administrativo. Então lá fui eu ler a constituição de cabo a rabo e comprar um livro de direito administrativo, passei muitos dos meus dias dessa época à época de hoje lendo esse livro.
  No meio do caminho veio também o concurso da Petrobras. Só que eu ainda não tinha noção de estudar por provas anteriores e fechar o edital. Levei bomba novamente. Depois resolvi estudar para o Bacen em 2013, estudei contabilidade por vídeo aulas e gestão de pessoas por um livro em pdf que baixei da net. Gestão de pessoas e a discursiva eu fui super bem, já contabilidade, foi tipo: hãn? Sério que o professor da vídeo aula não me ensinou nada disso?
  Foi tudo um grande aprendizado, aprendi que eu tenho que selecionar bem os materiais que estudo, ler e seguir muito bem o edital e conhecer o estilo da banca.
  Alguns concursos recentes que fiz foi o do TCU, que fui lindamente bem na discursiva mas não adiantou de nada porque escolhi a tática errada pra fazer a prova do CESPE e deixei de revisar alguns pontos indo mal na prova objetiva. Os últimos 2 concursos que fiz me fizeram ver também o quão importante é eu estar bem psicologicamente e fisicamente na hora da prova. No dia da prova do TCE sp, eu não dormi durante a noite, e estava tão avoado na hora da prova que errei 8 questões fáceis de língua portuguesa. Pude ver também que nas específicas tenho que melhorar meu nível, pois aqui o nível dos candidatos é alto. Outra prova que não estava bem fisicamente/psicologicamente foi a prova do metrô. Eu até fui bem, fiquei em 31 na classificação de um total de 1500 pessoas, mas se eu tivesse mais concentrado não teria perdido algumas questões que eu sabia resolver e errei por falta de atenção, o que me daria posições preciosas.
  O resumo da ópera é que cada dia que passa eu aprendo a estudar melhor e vou identificando meus pontos fracos. Sei que o principal adversário a ser batido sou eu mesmo, se eu conseguir estudar corretamente a aprovação é questão de tempo. Desde quando comecei a estudar seriamente meu objetivo mor era fazer a prova da câmara dos deputados que está demorando pacas pra sair, e isso foi ótimo porque pude aprimorar minha forma de estudar. Deixei de estudar pra esse cargo e fui trilhando outros caminhos, agora que está para sair queria voltar pros trilhos mas a faculdade está atrapalhando, não tenho tempo. Mas de qualquer forma, quando o concurso sair, se eu fizer, já não serei aquele bobinho de 2012, e embora saiba que tenho que dar uma avançada em alguns pontos, estarei pronto.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Economia desenvolvida e o caos social

  Muito se fala que São Paulo é a região mais desenvolvida do país e que mais gera riquezas, porém outro dia eu fui comprar um HD na santa Ifigênia e a visão que tive de lá foi de um caos total. A cidade mais desenvolvida do país tem um caos social que contradiz seu status de desenvolvida. Na verdade não vi nada de desenvolvido ali. Ponho a me pensar: se o desenvolvimento de que tanto falam só chega para alguns na sociedade, como eu devo me posicionar pra não ficar de fora? São coisas a se pensar.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Música boa e música ruim

  Lembro que nos anos 90 teve muita música boa, no início dos anos 2000 eu ouvia muita música boa na MTV também mas de 2005 pra cá a qualidade das músicas piorou bastante, com apenas alguns poucos cantores bons. Gosto de ouvir música boa e é um dos poucos passatempos realmente bons que tenho feito.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Minhas metas de consumista

  Agora estou falido, não posso comprar nada mas quando eu me livrar das dívidas e sobrar um dinheirinho quero comprar várias calculadoras, ter as principais que eu gosto. Outra coisa que eu quero comprar são livros sobre eletrônica, computação, engenharia, desenho, língua portuguesa e matemática, quero ter os principais livros que gosto, alguns eu tenho em PDF, mas quero ter o livro físico.Essas são minhas metas de consumo por enquanto.