domingo, 19 de março de 2017

O peso das obrigações e viva a liberdade

  Até alguns anos atrás eu sentia o peso das obrigações como um fardo, tinha que acordar cedo, estudar, trabalhar, me relacionar... não tinha como fugir disso, a vida era isso e eu tinha que me adaptar a isso (detalhe, nunca me adaptei, sempre fui um peixe fora d'água).
  Tipo, eu acabava me esforçando pra cumprir as metas e obrigações, muitas vezes mecanicamente só pra cumprir a tabela mas te-la completa e se alguma coisa ficava incompleta parecia que o mundo ia desabar na minha cabeça.
  Só que de uns anos pra cá eu mudei essa história, briguei com as pessoas e mudei minha visão de mundo. Ao ver que as pessoas são muitas vezes mal intencionadas e frequentemente me colocam em situações difíceis propositadamente, eu cansei disso e dei um basta. Não sou mais refém da situação, agora eu que mando na minha vida.
  Estava decidindo se saía da faculdade, mas acho que vou só trancar a matrícula para estudar para os concursos que estão por vir e esparecer a cabeça, pois estou muito cansado.

terça-feira, 14 de março de 2017

Decisão para o bem

  Vou sair da faculdade. Estava pensando, agora não me sobra tempo pra nada, nem pros meus projetos pessoais nem para estudar para concurso e eu queria muito estudar para os concursos que estão para sair. Também não  estou contente na faculdade, resolvi que vou trancar a matrícula.
  Quero estudar para o concurso do MPU e da câmara dos deputados mas com a faculdade não seria possível.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Insistindo nos concursos e tentando viver

  Já tive várias etapas no meu modo de encarar os concursos. É claro que comecei por baixo e agora estou tentando conquistar algo maior. Primeiro tentei alguns concursos municipais com remuneração baixa, e consegui lindamente passar e ser nomeado. Aqui vale ressaltar, não me esforcei tanto no momento do concurso, mas guardava muita coisa de épocas atrás que eu havia ESTUDADO MUITO. Creio que nesse nível de concurso a grande maioria das pessoas mal sabem escrever o nome e se você tiver o básico das matérias básicas (matemática e português) você está apto a brigar por uma vaga. Ter estudado matemática exaustivamente em uma época da minha vida foi decisivo para mim, coisas como regra de três, análise combinatória e um pouco de geometria garantiram a minha vaga em diversos concursos desse nível.
  Ainda nessa época fiz o concurso de onde estou trabalhando agora, de nível técnico mas ainda municipal. A análise combinatória e a geometria novamente me deram a vaga, e claro, ter estudado eletrônica exaustivamente na época da escola foi decisivo.
  Na época da escola eu estava passando por uma grande insegurança, tinha medo de não ter aprendido o suficiente para começar a trabalhar. Então eu sempre ia na biblioteca ler livros e revistas de eletrônica, como dizem, há males que vêm para o bem. Minha insegurança fez eu ir bem em todas as provas que tive que fazer na seleção das empresas onde trabalhei e nos concursos que fiz. Eu tinha uma insegurança enorme e tentava compensar estudando, o que pra mim foi positivo depois de alguns anos. Ainda hoje vejo que existem algumas lacunas no meu aprendizado (ninguém sabe tudo) que deveriam ser preenchidas com mais estudo, não tenho o mesmo pique de antes, mas o básico está sedimentado.
  A verdade é que na época em que eu comecei a prestar concursos eu ainda era muito inseguro, não tinha noção que poderia passar. Eu  pensava: vou fazer o meu melhor mas como tem muita gente eu não vou passar. Aí fiz meu primeiro concurso (ainda que para um cargo fraco) e passei, fiz meu segundo e passei, fiz meu terceiro e passei. Depois disso a coisa se inverteu: toda vez que iria fazer um concurso achava que tinha obrigação de ficar nas vagas. Mas ainda não havia tentado um concurso top, até que tentei e vi que concurso municipal é uma coisa, concurso federal é outra totalmente diferente.
  Minha evolução está sendo a seguinte: O primeiro passo foi dado que foi ter estudado bastante a algumas décadas atrás, o que já me possibilitou passar em algumas provas de cargos fracos e o que estou agora que considero intermediário entre os fracos e os que começam a ser bons.
  Em 2012 resolvi que queria passar em um concurso de nível federal nem que fosse pra fazer pra uma outra área que não fosse a minha, resolvi atacar os que só exigem nível médio, osde maioria técnico administrativo. Logo que resolvi fazer isso surgiu o concurso da CVM. Como ainda era meio burro pros estudos fora da minha área, comprei uma apostila de banca de jornal e estudei por ela. Não teve outra: fui desclassificado. Aí depois desse tombo resolvi estudar seriamente, mas eu nem tinha noção das matérias que caíam. Nem sabia o que era direito constitucional, pra falar a verdade nem sabia que existia uma constituição. Também nunca tinha ouvido falar de direito administrativo. Então lá fui eu ler a constituição de cabo a rabo e comprar um livro de direito administrativo, passei muitos dos meus dias dessa época à época de hoje lendo esse livro.
  No meio do caminho veio também o concurso da Petrobras. Só que eu ainda não tinha noção de estudar por provas anteriores e fechar o edital. Levei bomba novamente. Depois resolvi estudar para o Bacen em 2013, estudei contabilidade por vídeo aulas e gestão de pessoas por um livro em pdf que baixei da net. Gestão de pessoas e a discursiva eu fui super bem, já contabilidade, foi tipo: hãn? Sério que o professor da vídeo aula não me ensinou nada disso?
  Foi tudo um grande aprendizado, aprendi que eu tenho que selecionar bem os materiais que estudo, ler e seguir muito bem o edital e conhecer o estilo da banca.
  Alguns concursos recentes que fiz foi o do TCU, que fui lindamente bem na discursiva mas não adiantou de nada porque escolhi a tática errada pra fazer a prova do CESPE e deixei de revisar alguns pontos indo mal na prova objetiva. Os últimos 2 concursos que fiz me fizeram ver também o quão importante é eu estar bem psicologicamente e fisicamente na hora da prova. No dia da prova do TCE sp, eu não dormi durante a noite, e estava tão avoado na hora da prova que errei 8 questões fáceis de língua portuguesa. Pude ver também que nas específicas tenho que melhorar meu nível, pois aqui o nível dos candidatos é alto. Outra prova que não estava bem fisicamente/psicologicamente foi a prova do metrô. Eu até fui bem, fiquei em 31 na classificação de um total de 1500 pessoas, mas se eu tivesse mais concentrado não teria perdido algumas questões que eu sabia resolver e errei por falta de atenção, o que me daria posições preciosas.
  O resumo da ópera é que cada dia que passa eu aprendo a estudar melhor e vou identificando meus pontos fracos. Sei que o principal adversário a ser batido sou eu mesmo, se eu conseguir estudar corretamente a aprovação é questão de tempo. Desde quando comecei a estudar seriamente meu objetivo mor era fazer a prova da câmara dos deputados que está demorando pacas pra sair, e isso foi ótimo porque pude aprimorar minha forma de estudar. Deixei de estudar pra esse cargo e fui trilhando outros caminhos, agora que está para sair queria voltar pros trilhos mas a faculdade está atrapalhando, não tenho tempo. Mas de qualquer forma, quando o concurso sair, se eu fizer, já não serei aquele bobinho de 2012, e embora saiba que tenho que dar uma avançada em alguns pontos, estarei pronto.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Economia desenvolvida e o caos social

  Muito se fala que São Paulo é a região mais desenvolvida do país e que mais gera riquezas, porém outro dia eu fui comprar um HD na santa Ifigênia e a visão que tive de lá foi de um caos total. A cidade mais desenvolvida do país tem um caos social que contradiz seu status de desenvolvida. Na verdade não vi nada de desenvolvido ali. Ponho a me pensar: se o desenvolvimento de que tanto falam só chega para alguns na sociedade, como eu devo me posicionar pra não ficar de fora? São coisas a se pensar.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Música boa e música ruim

  Lembro que nos anos 90 teve muita música boa, no início dos anos 2000 eu ouvia muita música boa na MTV também mas de 2005 pra cá a qualidade das músicas piorou bastante, com apenas alguns poucos cantores bons. Gosto de ouvir música boa e é um dos poucos passatempos realmente bons que tenho feito.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Minhas metas de consumista

  Agora estou falido, não posso comprar nada mas quando eu me livrar das dívidas e sobrar um dinheirinho quero comprar várias calculadoras, ter as principais que eu gosto. Outra coisa que eu quero comprar são livros sobre eletrônica, computação, engenharia, desenho, língua portuguesa e matemática, quero ter os principais livros que gosto, alguns eu tenho em PDF, mas quero ter o livro físico.Essas são minhas metas de consumo por enquanto.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Vivendo os medos, sonhando pouco e virando o jogo

  A alguns anos eu ouvi a frase: "Muita gente não está vivendo seus sonhos porque estão vivendo seus medos", é exatamente assim que estou me sentindo, parece que estou vivendo um pesadelo de horrores.
  Parece que as pessoas não gostam de mim, até aí tudo bem, o problema é que SÃO TODAS AS PESSOAS. Se meia dúzia de pessoas te desprezam é normal, sempre vai existir chatos no mundo. Mas quando TODAS as pessoas que você conhece te desprezam dá um vazio tão grande que a vida perde de ter sentido, mas nem tudo é tão ruim, as coisas poderiam ser piores. Pelo menos eu consigo ter uma visão do que está acontecendo, pior seria se eu estivesse ingênuo nas mão de pessoas más. Ao menos eu tenho uma noção, ainda que pouca, sobre o que esperar das pessoas e não estou com a retaguarda aberta. Posso apanhar mas lutarei até o fim (da minha vida se for preciso).
  Falando em lutar eu quis dizer lutar pela minha felicidade, pois a impressão que eu tenho é que as pessoas querem minar minha felicidade, não sei que p#$%@ eu fiz pra todo mundo querer minar minha felicidade e me desejar o mal. É exatamente isso, eu tenho a impressão (impressão porque ninguém diz com todas as letras: eu te odeio vc e quero ver vc infeliz, é tudo velado) que as pessoas sentem prazer em me ver infeliz e sentem raiva quando eu estou bem. Parece que pra estar bom para as outras pessoas eu tenho que estar angustiado, nervoso e chateado, aí está bom para as pessoas, se eu estou feliz, em paz e numa boa aí tem alguma coisa errada.
  Eu estou cansado disso tudo, ser desprezado POR TODOS é muito ruim., resolvi de uma vez por todas combater os sentimentos tóxicos que sinto. Outro dia assisti um documentário perturbador (ao meu ver) na TV escola que dizia no final que não existe "o grande outro". Não sei se entendi direito, mas eles estavam querendo dizer que você não pode contar com Deus, não existe nenhum amigo verdadeiro pra você falar sobre as suas coisas, no trabalho você tem que se virar sozinho pois ninguém vai lhe dizer o que fazer (nem seu chefe), não existe o grande outro, você está sozinho e não pode contar com ninguém para nada. Realmente é assim que me sinto, nas minhas angústias não tenho com quem compartilhar meus pensamentos, se querem me ouvir não são amigos querendo me ouvir então é melhor ficar quieto. Estou só. Vou lutar contra isso com certeza, mas como diz a música que acabei de ouvir (eu gosto de ouvir música por causa disso, sempre se encaixam com algum pensamento meu) eu quero lutar, mas não com essa farda. Não vou entrar em uma briga sem sentido cujo final não vai levar a lugar algum, fora que se eu fizer isso aí me internam de vez, como eu imagino o qual deva ser o âmbito de me menosprezarem tanto. Tenho que ser mais inteligente, pensando bem, eu estou com uma grande vantagem, pois tenho consciência da maldade das pessoas e posso me defender.
  A exatamente 12 anos atrás eu ficava muito triste com isso, muito triste mesmo, mas agora não sou o mesmo (não nos banhamos duas vezes no mesmo rio), eu ficava triste porque era rejeitado, mas agora não fico triste porque vejo a maldade das pessoas, não merecem meu respeito. Eu perdoo todo mundo de tudo e ninguém me perdoa de nada. CHEGA!!!!!!!!!!!!!!!!
  Eu vejo que tem algo maior querendo me prejudicar, já estragaram minha vida por tanto tempo, não vou deixar que estraguem os dias que me restam. A falta de "um grande outro", de um Deus ou de um amigo é uma invenção de pessoas de má fé, a natureza  em si é diferente, é natural que exista o outro, que sejamos bons e convivamos em paz. O que eu diria pro cara que disse que não existe "o grande outro"? Faria das palavras do Marcelo Tás as minhas: "Não tem papo querida, vocês não conseguem enxergar o outro!", não vou deixar que envenenem minha vida com mentiras. A verdade: ninguém vive sozinho, e não vou ser eu vítima desses inventores da morte de Deus e do outro. Viva o amor.